18 de Maio de 2012

Report: notícias

Convite lançamento Guia Rio+20

 
 
 
 
27 de Abril de 2012

Report: notícias

O processo que não para

A Unilever Brasil lançou, no final de março, seu nono relatório anual de sustentabilidade (2011), e já deu início ao processo de relato da próxima edição. A versão de 2011 contou com a parceria da Report para promover o diálogo entre os stakeholders e a multinacional e aprimorar a matriz de materialidade da empresa, além de produzir toda a publicação. Já para 2012, terceiro ano consecutivo da parceria, o plano é dar continuidade à evolução do diálogo e da comunicação. Para conferir o Relatório Online 2011 da Unilever Brasil, clique aqui.

 
 
 
 
26 de Abril de 2012

Report: notícias

Um prêmio para aprender brincando

Conversar com especialistas e debater metodologias sobre o conceito do brincar, propor parcerias e prestar consultoria estratégica para a premiação. Estes foram apenas alguns dos focos da Report no trabalho que construiu, com a marca OMO, da Unilever, o evento de premiação do Programa Pelo Direito de Ser Criança. O prêmio, que busca disseminar a ideia de que é brincando que a criança se desenvolve , estimula as escolas públicas e privadas do Ensino Infantil e Fundamental I a criar atividades em prol do brincar e do aprender pela experiência em suas práticas escolares. Neste ano, foram mais de 700 inscrições de todo o Brasil.

 
 
 
 
13 de Abril de 2012

Report: notícias

Relatório Natura 2011

A Natura acaba de lançar a versão 2011 de seu relatório anual. O documento, que pela quinta vez contou com a parceria da Report na produção de conteúdo, apresenta os resultados socioambientais e econômicos da empresa, atingindo o nível A+ dos indicadores 3.1 da GRI. O grande destaque desse ano é a versão impressa, voltada para formadores de opinião, que está em formato revista e traz reportagens e entrevistas com stakeholders e especialistas. Para acessar o relatório online, basta clicar aqui.

 
 
 
 
12 de Março de 2012

Report: notícias

Linha de Frente

O Itaú Unibanco lançou, no início do mês, a 15ª edição do Linha de Frente, uma revista bimestral voltado para seu público interno. A publicação, que tem como tema central o Projeto de Eficiência do banco, contou com a expertise da Report na apuração, edição e organização das informações e fotografias, além do trabalho de acompanhamento da diagramação e revisão do documento. O Linha de Frente é publicado desde 2008 pelo banco.

 
 
 
 
2 de Março de 2012

Report: notícias

Newsletter GRI em português

O ponto focal da GRI no Brasil contou com o apoio da Report para produzir a primeira edição da Newsletter GRI em português. Voltado para os Organizational Stakeholders e membros dos conselhos de Stakeholders e Consultivo da instituição, o documento traz informações sobre as atividades da Iniciativa no Brasil e textos abordando temas de interesse geral. Para assinar a newsletter, basta clicar aqui.

 
 
 
 
1 de Março de 2012

Report: notícias

The Regeneration Project

 

Lançado nesta quinta-feira, 1° de março, em Londres, o The Regeneration Project. A iniciativa conjunta das consultorias GlobeScan e SustainAbility vai reunir o pensamento mais avançado sobre o papel do setor privado na busca pelo desenvolvimento sustentável. Apoiadora oficial no Brasil, a Report dará visibilidade ao projeto durante a Rio+20. Conheça http://theregenerationproject.com/

 
 
 
 
14 de February de 2012

Report: notícias

Relatório de Sustentabilidade Corinthians 2011

Único clube brasileiro a publicar um relatório de sustentabilidade GRI, o Corinthians contou com a Report para relatar suas conquistas e desafios no ano de 2011.Publicado pelo quarto ano consecutivo, o documento faz o balanço da gestão da diretoria que teve Andrés Sanchez como presidente e é o primeiro relatório de sustentabilidade lançado por empresas em 2012.

 
 
 
 
17 de Janeiro de 2012

Report: notícias

3 razões para considerar as negociações de clima em Durban um sucesso

Ao regressar de Durban, onde participei como consultor e negociador da delegação brasileira, deparei-me com as notícias sobre o resultado da reunião. A impressão que se passa é que o resultado da reunião foi insuficiente para solucionar os desafios do aquecimento global.

De fato, Durban não produziu os resultados que irão solucionar definitivamente os desafios da mudança global do clima. Provavelmente, nenhuma reunião produzirá tal resultado. A solução definitiva somente ocorrerá como um conjunto de resultados, obtidos desde a criação do Protocolo de Quioto, passando por sua implementação no primeiro e segundo período de compromisso e, agora, pela criação de um novo regime climático global.

Não deveria ser esperado em Durban um acordo global que permita a “estabilização das concentrações de gases de efeito estufa (GEE) na atmosfera num nível que impeça uma interferência antrópica perigosa no sistema climático”, como preconiza o Artigo 2 da Convenção sobre Mudança do Clima. Os resultados alcançado, ainda que aparentemente modestos, deveriam ser comemorados. Por três razões fundamentais: a agenda de trabalho e as complexidades da negociação; a abrangência e a profundidade das ações de mitigação e adaptação necessárias; e o real significado da Plataforma de Durban e do segundo período de compromisso do Protocolo de Quioto.

Cabe ressaltar que esses “pequenos resultados” desencadeiam centenas, senão milhares de ações e mudanças de comportamento ao redor do mundo. Um exemplo disso é a nossa Política Nacional sobre Mudança do Clima.

Se isso será suficiente para garantir que o aumento da temperatura seja de apenas 2ºC, ainda não é possível prever. Devemos lembrar que os modelos que preveem o aumento da temperatura são complexos e que existem probabilidades associadas a tais aumentos.

O que se pode afirmar é que empresas e sociedades devem continuar a participar das discussões e negociações nacionais e internacionais, trazendo propostas de soluções concretas. No caso das empresas e da sociedade brasileira, especial atenção deve ser dada para o período pós-2012, em que as oportunidades decorrentes do MDL continuarão a existir (provavelmente em menor escala). Além dessas oportunidades, serão exigidas novas ações e transformações (vide os planos setoriais propostos pelo governo federal). Nesse cenário, uma postura reativa não é recomendada, mas sim uma atuação propositiva de quem quer fazer parte da solução.

A agenda de trabalho e as complexidades da negociação

Toda e qualquer negociação nas Nações Unidas ocorre seguindo uma agenda previamente acordada. Ao chegarem a Durban, no dia 28 de novembro, os negociadores dos 195 países-partes da Convenção do Clima e dos 192 países que ratificaram o Protocolo de Quioto tinham como objetivo negociar dezenas de itens, em seis diferentes agendas de trabalho: na 35a reunião do Órgão Subsidiário de Implementação (SBI); na 35a reunião do Órgão de Assessoramento Técnico e Científico (SBSTA); na quarta parte da 16a reunião do Grupo de Trabalho dos novos compromissos dos países do Anexo I no Protocolo de Quioto (AWG-KP); na quarta parte da 14a reunião do Grupo de Trabalho para ações cooperativas de longo prazo dentro da Convenção (AWG-LCA); na sétima reunião das partes do Protocolo de Quioto (CMP 7); e na 17a reunião das partes da Convenção do Clima (COP 17).

Em cada um dos itens das agendas, cada país tem uma posição inicial definida, que, por sua vez, deve ter sido discutida e negociada internamente em cada país. Ou seja, cada negociador possui um mandato, por meio do qual busca maximizar os resultados para o seu país. Muitas vezes, os mandatos são conflitantes entre os países, o que faz com que o consenso se torne uma tarefa bastante difícil e, às vezes, impossível.

Em alguns pontos, o negociador pode mudar de posição durante as negociações; em outras ocasiões, precisa “consultar a capital”. Porém, certas mudanças de posição não são possíveis sem um amplo processo de consulta interno em cada país. No caso do Brasil, a posição defendida pelo país é resultado de um processo interno de consulta, realizado, em especial, pelo Comitê Interministerial sobre Mudança do Clima.

Portanto, em função da carga de trabalho, da forma como as posições nacionais são estabelecidas e de como o processo de negociação ocorre, é de se esperar que as negociações internacionais sobre clima sejam complexas e morosas, e só avancem com base em “pequenos” resultados.

A abrangência e a profundidade das ações de mitigação e adaptação necessárias

Além de o processo de negociação ser difícil e complexo, também o são as ações necessárias para mitigar as emissões de gases de efeito estufa e as de adaptação aos impactos das mudanças climáticas.

É comum ouvir dizer que reduzir as emissões é uma tarefa fácil, em especial no Brasil, onde cerca de 75% das emissões de CO2 são provenientes da mudança do uso da terra, ou seja, decorrentes do desmatamento. Infelizmente, não se trata de uma tarefa fácil, tampouco barata. As recentes quedas nas taxas de desmatamento mostram que existem medidas capazes de reduzir as nossas emissões de GEE, mas, ao observarmos a série histórica, nota-se que existem ocasiões em que as taxas de desmatamento voltam a crescer (em particular em épocas de juros baixos e preços elevados das commodities agropecuárias no mercado internacional). A conclusão que se pode tomar é de que ainda não encontramos medidas que de fato tornem o modelo de desenvolvimento e crescimento do agronegócio brasileiro mais sustentável; portanto, ainda não encontramos formas de reduzir permanentemente nossas emissões de GEE.

O mesmo argumento pode ser usado em países que possuem suas emissões relacionadas ao uso dos combustíveis fósseis. Existem alternativas para mudar a matriz energética desses países, mas, em muitos casos, essas alternativas ainda não estão disponíveis em escala e com preços que permitam uma mudança significativa e em curto espaço de tempo.

É preciso compreender que as mudanças necessárias para combater o efeito estufa são mudanças profundas no modelo de produção e desenvolvimento de cada país, que irão desencadear transformações abrangentes nas relações econômicas e sociais dentro de cada país e entre os países.

Portanto, diante das transformações que se fazem necessárias, é de se esperar que as negociações internacionais sobre clima encontrem resistência muito grande de vários setores econômicos e sociais, ainda mais no atual momento de crise econômico-financeira.

O real significado da Platafora de Durban e o segundo período de compromisso do Protocolo de Quito

Os resultados de Durban devem, portanto, ser analisados em função das dificuldades do processo de negociação e da complexidade e profundidade das soluções necessárias.

Em particular, alguns resultados merecem especial atenção: “Also decides to launch a process to develop a protocol, another legal instrument or an agreed outcome with legal force under the Convention applicable to all Parties [...]

“Decides that the Ad Hoc Working Group on the Durban Platform for Enhanced Action shall complete its work as early as possible but no later than 2015 in order to adopt this protocol, legal instrument or agreed outcome with legal force at the twenty-first session of the Conference of the Parties and for it to come into effect and be implemented from 2020;[…]”¹

Esse resultado é equivalente ao Mandato de Berlim de 1995, que permitiu a negociação e a criação do Protocolo de Quioto em 1997. Logo, espera-se que até o final de 2015 os países criem um novo protocolo, instrumento legal ou resultado com força de lei, que envolverá todos os principais países emissores de GEE e que será implementado em 2020. Trata-se, de fato, de um resultado de suma importância, pois deve ser visto como um momento de ruptura, em que todos os países (desenvolvidos e em desenvolvimento) reconhecem formalmente e aceitam negociar um novo regime climático internacional.

Outro resultado importante foi em relação ao Protocolo de Quioto, em especial: “Decides that the second commitment period under the Kyoto Protocol shall begin on 1 January 2013 and end either on 31 December 2017 or 31 December 2020 [...]”²

Ou seja, foi estabelecido um segundo período de compromisso para o Protocolo de Quioto. Apesar de não contarmos com a participação de EUA, Japão, Rússia e Canadá, o segundo período de compromisso permitirá que o único marco legal vinculante continue por ao menos mais cinco anos, ou até mesmo oito anos. Essa continuação pode não ser significativa em termos absolutos para as reduções de emissões, mas permitirá que ações concretas, tanto nos países desenvolvidos como nos países em desenvolvimento (por meio do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL), continuem a ser desenvolvidas e implementadas e, com isso, a continuação do mercado de carbono.

 
 
 
 

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