12 de Maio de 2016

Report: notícias

Encontro da DNV-GL discute gestão da cadeia de valor

A DNV-GL promove na próxima semana (19/5), em São Paulo, a segunda edição do encontro Cadeia de Fornecimento Responsável. Com participação de profissionais de companhias como O Boticario, McDonald´s, Unilever e da Report, o evento volta a mergulhar nas discussões sobre a relevância da gestão de fornecedores para a evolução das empresas em práticas de sustentabilidade. As inscrições, limitadas, podem ser feitas aqui.

Com cadeias produtivas complexas, que podem incluir empresas de diferentes setores, portes e regiões geográficas, a indústria e o setor privado em geral têm na boa gestão dos parceiros de negócios um caminho para reduzir riscos, contribuir para o desenvolvimento local, melhorar as práticas de negócios e, assim, elevar patamares de reputação, rentabilidade e produtividade.

O encontro tem objetivo de, à luz de diferentes ferramentas e metodologias de gestão, compartilhar aprendizados e propor ações para integrar a gestão da cadeia ao modelo de negócio das empresas. Um dos palestrantes de destaque é Leonardo Lima, da Arcos Dorados – maior operador de restaurantes McDonald´s da América Latina. Além disso, Claudia Basseto, da Unilever, falará sobre as políticas de responsible sourcing dentro da multinacional.

A Report é parceira na organização e também deverá contribuir com os debates por meio de apresentação do sócio-diretor Estevam Pereira – que, em sua fala, abordará como as empresas abordam os Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS), lançados em 2015, em suas relações com a cadeia de valor.

Serviço

2º Encontro Cadeia de Fornecimento Responsável

Onde: Hotel Tryp Paulista (R. Haddock Lobo, 294 - Cerqueira César - São Paulo)

Quando: 19 de maio

Horário: 8h30 a 14h

+ infos: e-mail (juliana.scalon@dnvgl.com) e telefone (11-3305-3366)

 
 
 
 
3 de Março de 2016

Report: notícias

Natura publica Relatório de Administração

Maior multinacional brasileira de cosméticos e de produtos de higiene e beleza, a Natura divulgou seus principais resultados de 2015 ao mercado no dia 18 de fevereiro, no Relatório de Administração (RAD). Entre os destaques da peça, publicada no jornal Valor Econômico, está a representação gráfica do modelo de negócios, que traduz a forma como a Natura opera. O infográfico apresenta a estrutura da empresa, os principais recursos que utiliza e dos quais depende, assim como o valor gerado para o negócio e para os públicos com os quais se relaciona. 
 
 
Perseguindo o conceito da economia circular, a empresa opera para realizar todo o potencial de seus processos, restringindo o desperdício. Mais de 80% dos ingredientes que utiliza são de origem vegetal, naturalmente renovável, e boa parte das embalagens tem grande potencial de reciclabilidade. Por meio de uma rede de parceiros nacionais e globais, compartilha conhecimento tradicional, ciência e design no desenvolvimento de novas linhas. Seus produtos propõem valores e comportamentos mais sustentáveis e seu modelo comercial gera renda para quase 1,9 milhão de consultores e consultoras Natura no Brasil, outros países da América Latina e na França.
 
Hoje, a empresa lida com o desafio de revitalizar a venda direta e abrir novos canais para seus produtos por meio da internet, de lojas próprias, de pontos de vendas de consultores que também são empreendedores e outros meios. Também assumiu compromissos para gerar impacto positivo para a sociedade por meio da Visão de Sustentabilidade 2020 – que se compromete com metas em diferentes aspectos do modelo organizacional, da rede de relações e de seus produtos e serviços.
 
 
Parceira da Natura há quase oito anos, a Report é a responsável pelo conteúdo do relatório e pela consultoria para a elaboração da representação do modelo de negócios e a coleta e análise dos indicadores de sustentabilidade. O RAD é a primeira peça da comunicação anual de resultados da empresa. O desempenho completo, assim como o detalhamento das principais iniciativas econômicas, comerciais e socioambientais, será divulgado em abril, quando será lançado o Relatório Natura 2015, também elaborado com o apoio da Report nas frentes de conteúdo, consultoria GRI, web e design.
 
 
 
 
29 de February de 2016

Report: notícias

Relatório Anual 2015 da BRF já está no ar

Presente em mais de 120 países e terceira maior companhia do planeta no abate de aves, a BRF S.A. acaba de lançar seu Relatório Anual 2015. O documento, elaborado com apoio da Report nas frentes de conteúdo, design e consultoria de sustentabilidade, já está disponível no site de relações com investidores da Companhia e, em breve, ganhará versões em áudio e revista. Para acessar, clique aqui.
 
                                       
 
Em um ano de avanços para a empresa – com destaque para a conquista de mercado em regiões como Oriente Médio e para as aquisições e joint ventures que reforçam sua capacidade de atendimento global –, o principal desafio do relatório é atender às demandas por informações sobre a estratégia e o modelo de negócios e, ao mesmo tempo, destacar os indicadores mais relevantes da performance social, ambiental e financeira do negócio. Para isso, mais uma vez, foram adotadas as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI) e do International Integrated Reporting Council (IIRC).
 
Estruturado segundo o modelo dos capitais do IIRC, o documento apresenta os ganhos e desafios da BRF com sua estratégia de internacionalização – incluindo a gestão global da cadeia de fornecedores, a orientação ao consumidor final, a customização nos lançamentos e renovações de produtos e a eficiência em custos. Também destaca dados sobre o desempenho ambiental, as políticas de ética e conduta e as diretrizes de bem-estar animal adotadas no ciclo de produção.
 
A Report foi responsável pela elaboração do conteúdo, design e pela análise e consolidação dos indicadores GRI reportados no documento. Além disso, atuou na definição e elaboração do modelo de negócios da Companhia, em sintonia com as diretrizes IIRC, e fez uma revisão estratégica da materialidade, analisando a relevância e a base de indicadores relacionados aos temas mais relevantes do negócio, com base na consulta a executivos-chave e no histórico de engajamento.
 
Além da versão completa, disponibilizada em português e em inglês, a BRF lançará versões em áudio – destinada a pessoas com deficiência visual – e em revista, com o conteúdo resumido e os principais números e projetos. A Report também atuará no desenvolvimento desses materiais.
 
 
 
 
8 de Dezembro de 2015

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IIRC e Accountability lançam guias para materialidade e engajamento

Acabaram-se os relatórios sem materialidade. Pelo menos para quem segue a Global Reporting Initiative. A G4, mais recente versão das diretrizes GRI, exige que as organizações relatoras utilizem o princípio de materialidade para identificar quais questões críticas do negócio precisam ser focadas pela gestão e, claro, relatadas.

É nesse contexto que surgem duas publicações que reforçam a necessidade de as empresas se atentarem para os impactos relevantes, na perspectiva do negócio e na perspectiva dos seus públicos estratégicos. O Conselho Internacional do Relato Integrado (IIRC, na sigla em inglês) divulgou o guia “Materialidade em <IR> - Guia para a preparação de relatos integrados”. Embora continue orientado para os provedores de capital, o IIRC evolui ao reconhecer que a criação de valor vai além do valor financeiro e que a perspectiva de outros stakeholders merece ser considerada.

Daí a importância das “Diretrizes de Engajamento de Stakeholders da AA1000”, aguardadas desde 2008, quando foram lançados os outros documentos da série AA1000. Se o engajamento de stakeholders é uma jornada, o guia da AA1000 traz um mapa rico em elementos que ajudam a construir esse caminho.

Embora não traga cases (como o faz o guia do IIRC), o documento orienta, por exemplo, a medir o nível de engajamento e relacionar essa informação a uma série de métodos de engajamento. E tudo faz sentido dentro do pensamento integrado, pois estabelecer um engajamento de boa qualidade ajuda a determinar com mais precisão as questões materiais que melhoram a gestão e o relato.

Para acessar os documentos:

Guia Materialidade em IR - clique aqui

Diretrizes de Engajamento de Stakeholders AA1000 – 2015 - clique aqui

 
 
 
 
18 de Novembro de 2015

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Natura, Uninorte e YouGreen se destacam no ISTOÉ Empresas + Conscientes

Criado para homenagear as companhias brasileiras mais avançadas na transição para uma nova economia, o Prêmio ISTOÉ Empresas + Conscientes 2015 divulgou seus vencedores no dia 14 de novembro. Realizado com a participação da Report Sustentabilidade – que prestou consultoria na avaliação dos impactos socioambientais e econômicos das empresas inscritas – o prêmio teve como destaques a Natura (vencedora em três categorias), a Uninorte e a YouGreen (ambas com duas vitórias).

Empresas conscientes são aquelas que compreendem que seu impacto na sociedade vai além da geração de lucro, de renda e da criação de empregos. Para identificar as firmas brasileiras mais afinadas com essa nova realidade, o Prêmio ISTOÉ Empresas Mais Conscientes usou a metodologia Quick Impact Assessment. A pesquisa aferiu o desempenho das candidatas em quatro áreas: Trabalhadores, Governança, Meio Ambiente e Comunidades. A Report também fez a avaliação dos relatórios de sustentabilidade das companhias selecionadas, em relação à transparência, à confiabilidade e à assertividade.

A Natura, cujo relatório anual 2014 foi produzido pela Report, foi escolhida como vencedora em três quesitos na categoria Empresas Grandes (com R$ 300 milhões ou mais de receita operacional bruta): Governança, Meio Ambiente e Comunidades. A empresa também foi declarada campeã na avaliação geral da categoria. Entre as Empresas Médias (com receita entre R$ 16 milhões e R$ 300 milhões), a União Educacional do Norte (Uninorte) ficou em primeiro lugar nos quesitos Comunidades e Governança, cabendo à Kiviks Marknad a vitória na avaliação geral. O destaque das Empresas Pequenas (até R$ 16 milhões de receita) foi a YouGreen, vencedora em Trabalhadores e Meio Ambiente. Confira a lista completa das premiadas no site oficial

 
 
 
 
20 de Outubro de 2015

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Assertiva leva mindfulness ao Rio

A Assertiva Mindfulness, parceira de longa data da Report, chega pela primeira vez ao Rio de Janeiro para ministrar o curso aberto “SerCiente: curso semi-intensivo de mindfulness”. A iniciativa será no Instituto NOOS, em Botafogo (zona sul), em quatro manhãs de sábado, a partir de 20 de fevereiro de 2016, com o aprendizado de técnicas formais e informais de atenção consciente para aplicação na vida pessoal, no ambiente de trabalho e em outros momentos cotidianos. Para se inscrever, clique aqui.

O curso semi-intensivo de mindfulness dá foco à concentração, à inteligência emocional e à qualidade de vida a partir de um modelo de treinamento mental – que utiliza um conjunto de técnicas de meditação e desenvolvimento com o objetivo de estimular a atenção plena ao momento presente. “A ideia é mantermos nossa mente focada no que estamos fazendo a cada momento, em vez de ficarmos distraídos”, afirma Luiz Ribeiro, instrutor da Assertiva Mindfulness. “É algo que se aplica a todos os lugares e momentos da vida, do trabalho ao lar”.

Diversos centros de excelência, como Stanford, Yale e Oxford, mantêm estudos sobre mindfulness que têm identificado os diversos benefícios da prática, incluindo bem-estar emocional, empatia e harmonia nas relações, redução do estresse e efeitos positivos em transtornos depressivos, do sono e de ansiedade.

 
 
 
 
30 de Setembro de 2015

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Prêmio The Circulars: inscrições encerram hoje

As inscrições para o The Circulars 2016, maior programa global de reconhecimento de iniciativas conectadas com o conceito de economia circular, encerram ao fim desta quarta-feira (30/9). Por meio do prêmio, empreendedores, líderes, investidores ou pessoas envolvidas com o setor público e negócios em diferentes plataformas podem ter suas ações reconhecidas e apresentadas no Fórum Econômico Mundial em Davos, em janeiro de 2016. Mais informações aqui.

O The Circulars é uma iniciativa do Fórum de Jovens Lideranças Globais do Fórum Econômico Mundial, desenvolvida em parceria com a Accenture. O propósito do grupo é promover práticas de economia circular, com destaque para o uso eficiente de matérias-primas e recursos energéticos, que permite a eliminação de resíduos no ciclo de vida de produtos e serviços.

Para se inscrever no prêmio, são oito categorias, destinadas a diferentes portes (multinacionais ou pequenos/médios), níveis hierárquicos das empresas, setores (público ou privado) e segmentos – além disso, há categorias para projetos disruptivos, investidores e para avaliação do público.

Os finalistas poderão apresentar suas iniciativas para uma plateia de alto nível, no Fórum Econômico Mundial, além de receber prêmios e obter exposição na mídia internacional, garantindo novas oportunidades.

Entre os destaques recentes, os Circulars organizaram um infográfico com as empresas líderes em ações de economia circular no mundo (confira abaixo). Para vê-lo em maior resolução, clique aqui.

Na SB Rio 2015

Economia circular foi um tema relevante na conferência internacional Sustainable Brands Rio 2015, que reuniu mais de 500 pessoas na capital fluminense no último mês de agosto. Organizado no Brasil pela Report, em parceria com a Sustainable Life Media, o encontro contou com a participação da Ellen MacArthur Foundation e da Ideia Circular na plenária “Como Redesenhar a Produção e os Mercados”, discutindo a necessidade de ressignificar o conceito de lixo e encontrar novos negócios que reaproveitem o que é descartado pelas organizações.

Leia mais sobre os debates de economia circular do evento aqui.

 
 
 
 
30 de Setembro de 2015

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GRI debate materialidade e engajamento em SP

O Ponto Focal da Global Reporting Initiative (GRI) organiza hoje, em São Paulo, no auditório do Banco do Brasil, na avenida Paulista, uma sessão especial para debater processos de materialidade e engajamento de stakeholders. As atividades, executadas em parceria com instituições de ensino e com a Report Sustentabilidade, têm o objetivo de esclarecer líderes e representantes de empresas sobre os usos práticos e as formas de adotar tais processos na gestão da sustentabilidade de seus negócios.

A programação conta com a participação de pesquisadores como Laurelena Palhano (UFRJ), Cid Alleli Filho (UFF) e Vania Marques (UFF). As apresentações abordam pesquisas sobre engajamento interno em empresas e o papel de áreas como Recursos Humanos nesta atividade.

Além disso, a Report conduziu uma atividade sobre o processo de definição de possíveis temas materiais, destacando as principais etapas necessárias – como a identificação de tópicos relevantes para o setor, a consulta aos públicos interno e externo, a construção da matriz de materialidade e sua aprovação e revisão pela liderança das empresas.

Para isso, foram tomadas como referência as diretrizes da GRI, versão G4, e a metodologia consolidada de processos de materialidade desenvolvida pela Report – que também considera outros frameworks, como o de relato integrado. “A ideia é que a materialidade sirva também para a gestão das organizações, mantendo uma conexão direta com a estratégia do negócio e com aquilo que é tido como prioridade pelas lideranças”, afirmou o consultor Victor Netto.

 
 
 
 
24 de Setembro de 2015

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Conferência Ethos: paradigmas do consumo em pauta

Um dos debates mais urgentes da sustentabilidade envolve os padrões de consumo do planeta. Da compra de alimentos aos altos índices de desperdício, passando pela moda e os escândalos da sua cadeia e pela influência do entretenimento na cultura, os temas foram pontos fortes no segundo dia da Conferência Ethos 360º.

“Precisamos de demanda por novas formas de alimentação, como voltar a consumir frutas e legumes ‘feios’ mas 100% saudáveis que estão sendo desperdiçados”, disse a Dra. Sally Uren, chefe executiva do Forum for the Future, que tem como uma de suas missões ajudar a criar um sistema alimentar sustentável, com acesso de todos a alimentos saudáveis ​​e nutritivos. Sua fala durante o debate “A inovação para a redução do desperdício de alimentos: da produção ao consumo”, oferecido pelo Carrefour, reforçou a importância de os indivíduos atuarem como alavancas de mudança de comportamento e influenciarem organizações para implantar soluções inovadoras contra o desperdício.

Além das novas tecnologias disponíveis, a educação ainda é apontada como um dos caminhos, especialmente em elos da cadeia como os produtores e agricultores familiares. Complementando a ideia, Alan Bojanic, representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, citou que ainda há 20% de desperdício nessa parte da cadeia, o que estimula programas de conscientização e o desenvolvimento de projetos e infraestrutura no campo para redução dos índices.

Grandes filmes, grande impacto

Uma das atrações na programação do 2º dia foi a presença de Beth Stevens, vice-presidente de Cidadania Corporativa, Meio Ambiente e Conservação de Relações Ambientais na Walt Disney Company. E uma empresa do porte da Disney certamente dá o que falar em termos de impacto: desde a produção de grandes filmes, dezenas de marcas de brinquedos e produtos de entretenimento até a influência sobre a cultura e o comportamento de milhares de famílias e crianças.

Beth apresentou seus esforços em pesquisa e conservação da natureza e as metas zero waste (Zero lixo), zero greenhouse gas emissions (Zero emissões) e water resources conservation (Conservação da água). De 2009 a 2014, foram reduzidas em 50% as emissões de toda a companhia, que tem protocolos, mensuração e multas claras para cada produção que realiza em seus estúdios. Para 2020, pretende-se dar nova destinação a 60% do lixo que ia parar em incineradores e aterros.

O ponto interessante da discussão veio com o projeto Disney Nature, que destina parte dos lucros de bilheteria para projetos de conservação e educação dos stakeholders. Só em 2014, mais de 13 milhões de pessoas foram conectadas à natureza por meio de experiências reais. Além disso, Beth afirma que as diretrizes são buscar uma maior conexão entre o comportamento de seus personagens e atitudes de preservação e diversidade, por meio uma cultura corporativa que chamam de Environmentality (algo como "mentalidade ambiental") e se aplica dentro e fora das telas. A Disney tem programas de educação ambiental e social em praticamente todos os seus parques temáticos.

Inovações para a moda

Oferecida pelo Instituto C&A, a sessão “Inovações por uma indústria da moda mais sustentável” teve como moderadora Carolina de Andrade, Diretora executiva do Social Good Brasil e parceira do Instituto, representado pela  diretora Giuliana Ortega. Juntas, as organizações têm como objetivo apoiar o desenvolvimento de iniciativas inovadoras de impacto positivo na cadeia da moda. Uma das iniciativas, Alinha, foi apresentada no palco por sua fundadora Monyse Almeida. O projeto advoga pela melhoria das condições nas oficinas de costura em São Paulo (são 12 a 15 mil na capital e região metropolitana), desenvolvendo e implantando indicadores relacionados a regulamentação trabalhista, bem-estar e desenvolvimento de novas tecnologias sociais. Em uma plataforma online, oferece oficinas de apoio aos estilistas e organizações interessados.

Responsável pelo projeto Fabric of Change, Cynthia Drayton, gerente sênior da Ashoka, apresentou o grande projeto desenvolvido com a Fundação C&A internacional, cujo objetivo é “mapear inovações para a construção de uma indústria de vestuário justa e sustentável, que respeite as pessoas e o planeta”. “Teremos os primeiros resultados em outubro, quando cerca de 15 inovadores vão contribuir para ajudar a levar a outro patamar a cadeia da moda”, diz Cynthia. Algumas das principais barreiras apontadas pela gerente são os consumidores com tomada de decisão ainda não motivada por questões socioambientais e a falta dessa mesma perspectiva no ambiente das empresas, que ainda mantêm estratégias focadas no curto prazo.

 
 
 
 
24 de Setembro de 2015

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Relatório da Dow destaca potencial transformador da química

A Dow Brasil, subsidiária da norte-americana The Dow Chemical Company, acaba de lançar o seu Relatório de Sustentabilidade 2014. O documento, disponível em português e inglês, em dois formatos (PDF navegável e versão resumida), traz um olhar local sobre as recém-lançadas Metas de Sustentabilidade 2025 da companhia, além de fazer um balanço do desempenho social, econômico e ambiental dos negócios em solo brasileiro. Para acessá-lo, clique aqui.

A Report contribuiu com a redação e edição, com a análise de indicadores GRI, com o projeto gráfico e design e, também, com o processo de materialidade – realizado entre 2014 e 2015, contemplando as divisões Dow e Dow AgroSciences (DAS). A partir da consulta aos públicos interno e externo, foi possível mapear os temas mais importantes dos diferentes negócios da empresa no País, incluindo inovação tecnológica, gestão da cadeia de valor e estímulo a boas práticas agropecuárias.

Com uma estrutura baseada nos três pilares das Metas de Sustentabilidade 2025 – Potencializando a ciência e as pessoas, Valorizando o capital natural e Construindo parcerias transformadoras –, divulgadas pela Dow global neste ano, o relatório utiliza diversos recursos visuais para explorar a abordagem da empresa na solução de desafios globais da sustentabilidade.

A seção ilustrada “A importância da química” (imagem acima), por exemplo, indica como o setor contribuirá na superação de dificuldades que o planeta enfrentará nos próximos anos em temas como recursos hídricos, energia, alimentos e emissões de poluentes. Outros conteúdos de destaque são o resumo dos resultados alcançados nos últimos ciclos das Metas de Sustentabilidade (1995-2005 e 2005-2015) e o detalhamento das ações de inovação com fornecedores, clientes e funcionários.

 
 
 
 

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